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De abelha a coelhinha

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A Sô Dôna Maya, afamada taróloga/ relações-públicas/ apresentadora/ crítica do social da nossa praça, veio a público dizer que Mónica Sofia, ex-Delirium, foi fraca escolha para a capa da primeira edição portuguesa da tão bem conhecida revista Playboy. Maya adiantou ainda que "A capa é pobrezinha. A Mónica tem um corpo maravilhoso, mas está em início de carreira. Como não optaram por uma capa ousada, podiam ter apostado numa pessoa mais velha, uma diva. Foi uma má opção." Não contente com esta afirmação, Maya rematou, com a classe que lhe é característica, com a bombástica afirmação:   "Acho que eu daria uma melhor capa.” (in Correio da Manhã Online)   De facto a Primavera às vezes é tramada. Como dizem os Fúria do Açúcar, “na Primavera os pólens andam no ar” e desta feita subiram à cabeça da Sô Dôna Maya. Sem desprimor para a mesma, que está muito bem para a idade, comparar-se em termos de sensualidade e perigosidade das curvas com a Mónica é o m...

Porque eu sou assim

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  E tem de ser uma voltinha muito, muito bem dada…   Boa semana!

Assim não dá pra ficar calada

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Odeio secretarias. Aliás, ODEIO os incompetentes que gravitam nestes locais. Odeio aqueles que tresandam a funcionarismo-público bafiento, bacoco, pouco informado, desactualizado, arrastado, atrasado… Esperar dias e dias por uma resposta a uma pergunta simples, mas muito importante, é algo que me deixa os nervos em franja. Procurar respostas junto a pessoas que, sendo muito simpáticas, estão perfeitamente desajustadas ao lugar que ocupam é exasperante e, infelizmente, muito frequente. Depender da competência deste tipo de pessoas é tão arriscado como atravessar a nado um rio cheio de piranhas. Daquelas muito más que comem as pessoas em segundos.   Depois de duas semanas à espera de respostas, resolvi avançar por conta própria. Encontrei algumas das coisas que procurava, outras ainda não… Mas não me dou por vencida. No entanto não lhes dou (AINDA) o gostinho de revelar as minhas descobertas. Vou esperar que me voltem a responder coisas do género   “Ah… não ...